Segundo o Gartner, a indústria de tecnologia da informação (TI) é responsável por cerca de 2% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2).
A indústria de TI é uma das que mais empregam recursos naturais no processo de fabricação, citando como exemplo a fabricação de um PC, que consome 1.500 litros de água e dez vezes mais o seu peso em combustíveis fósseis.
As organizações e empresas em geral, no desenvolvimento de suas atividades, além de computadores de mesa, utilizam servidores e outras máquinas que exigem elevado consumo de energia.
O IDC, aponta como pode ser visto na ilustração abaixo, por exemplo, o crescimento dos gastos com energia e refrigeração com a utilização cada vez maior de servidores de rede no mercado americano. Verifica-se inclusive que o custo para energizar e refrigerar os servidores (em verde) em 2008 já é mais alto do que o custo para adquiri-los (em amarelo).
Apesar das controvérsias e da descrença existentes, muitos especialistas acreditam na possibilidade de se reverter esse quadro, apontando caminhos alternativos para a coexistência de crescimento econômico e meio ambiente sustentável. Sugere-se que atitudes concretas sejam pensadas no sentido de reverter essa situação. A adequação das empresas à norma ISO14001, que especifica como administrar o processo de gestão ambiental, pode ser uma maneira de identificar, controlar e monitorar aspectos do meio ambiente.
A utilização de conceitos relacionados a TI verde (Green IT) surge como uma oportunidade para as organizações, que se encontram diante de problemas ambientais a serem solucionados ou evitados.
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